Rambo - The Force of Freedom
Rambo e A Força da Liberdade
- 14/04/1986 a 26/12/1986.
- 1 temporada (65 episódios).
- Ruby-Spears Productions.

DIREÇÃO DE DUBLAGEM:
José Santana
ESTÚDIO DE DUBLAGEM:
Herbert Richers
MÍDIAS:
Televisão
Elenco Principal




Aparições Recorrentes










Participações




Outros
“Quando e onde quer que as maléficas força do General Warhawk ameacem os defensores da paz mundial, só há um homem a chamar:
Eu quero que achem Rambo!
Das cidades e arranha-céus aos desfiladeiros e montanhas inacessíveis o campeão da Liberdade é invencível Rambo!
Ajudado pelo gênio mecânico conhecido como Turbo e pela mestre em disfarces chamada Kat. O íntegro protetor dos inocentes Rambo, A Força da Liberdade!.”
A Dublagem
No auge da popularidade de Rambo no mundo, inclusive no Brasil, a série animada Rambo: The Force of Freedom chegou como uma expansão do universo cinematográfico de Sylvester Stallone. Exibida originalmente nos Estados Unidos entre abril e dezembro de 1986, a produção da Ruby-Spears contou com uma temporada única de 65 episódios, e desembarcou no Brasil em julho de 1987.
Mais do que um simples desenho de ação, a série animada tornou-se um verdadeiro fenômeno midiático, impulsionado pela Rambomania que tomava conta do país — e encontrou na Herbert Richers um estúdio à altura do desafio de dublar essa superprodução para o público brasileiro.
A estreia no Brasil e a Rambomania
Rambo e A Força da Liberdade estreou na TV Globo no dia 6 de julho de 1987, dentro do lendário Xou da Xuxa. O desenho foi estrategicamente escalado para o último bloco do programa — por volta das 11h da manhã —, horário em que muitas crianças estavam chegando da escola. Ao lado dele, estrearam também outras animações que marcaram época, como Snorks, Ewoks, Biskitts, Centurions e Galaxy Rangers.
A estreia aconteceu em um momento em que o Brasil vivia uma verdadeira obsessão por Rambo. O lançamento iminente de Rambo III nos cinemas, a disputa entre SBT e Globo pelos direitos dos filmes anteriores, e o sucesso da música “Rambo” no disco Xegundo da Xuxa (composta por Michael Sullivan e Paulo Massadas) foram combustíveis para transformar o desenho em sucesso imediato.
No meio dessa guerra pela audiência, um nome foi fundamental: Herbert Richers. O estúdio recebeu tanto os filmes quanto o desenho animado para dublagem. E foi justamente o desenho o primeiro a ser adaptado para o público brasileiro, com um resultado técnico impressionante.
A dublagem da Herbert Richers
A dublagem brasileira de Rambo começou em novembro de 1986, com José Santana na direção. Coube a ele a decisão certeira de escalar André Filho como John Rambo — uma escolha natural, já que André era a voz oficial de Sylvester Stallone no Brasil, inclusive nos filmes da franquia Rocky.
O elenco reunia alguns dos maiores talentos da dublagem da época. Garcia Júnior emprestava seu carisma a Turbo, o especialista em tecnologia que acompanha Rambo nas missões. Carmen Sheila interpretava a camaleônica K.A.T., e Leonel Abrantes dava voz ao experiente Coronel Trautman, mentor de Rambo.
Entre os vilões, o time de dubladores também era estelar: Amaury Costa como o implacável General Warhawk, André Luís “Chapéu” como o brutal Sargento Havoc, Sílvio Navas como o maquiavélico Grifo, e Ionei Silva como o imprevisível Mad Dog.
A dublagem ainda contou com participações marcantes como Orlando Drummond, Marco Ribeiro, Armando Braga, Orlando Prado, Francisco José, Garcia Neto, Paulo Pinheiro, entre outros. A narração da abertura ficou a cargo de Márcio Simões iniciante na dublagem, e a leitura dos títulos dos episódios foi feita por Ricardo Mariano Dublasievicz.
Reprises e memória
Após o sucesso inicial no Xou da Xuxa, o desenho foi eventualmente retirado da programação. No entanto, em 2006, foi reexibido pela TV Record, reacendendo a nostalgia entre fãs mais antigos. Mesmo com apenas uma temporada, Rambo e A Força da Liberdade se consolidou como uma das adaptações animadas mais icônicas de um herói de ação.
A dublagem da Herbert Richers, como de costume, teve papel essencial nesse reconhecimento. O cuidado com a adaptação, o elenco estelar e a direção segura fizeram com que a versão brasileira fosse tão memorável quanto o original.











































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