Arabian Knights
Cavaleiros da Árabia
- de 07/09/1968 a 04/01/1969.
- 1 temporada (18 episódios).
- Hanna-Barbera Productions.

DIREÇÃO DE DUBLAGEM:
Luís Manoel
ESTÚDIO DE DUBLAGEM:
TV Cinesom
MÍDIAS:
Televisão
Elenco Principal










Aparições Recorrentes


Outros


A Dublagem
Cavaleiros da Árabia (em inglês, Arabian Knights) é uma série animada criada em 1968 pelos estúdios Hanna-Barbera, exibida no Brasil pela TV Tupi no programa Banana Splits. A série contava as aventuras de um grupo de heróis que viviam na Arábia das Mil e Uma Noites.
O líder do grupo era o Príncipe Turhan. Havia ainda Bez, um mágico que podia se transformar em qualquer animal quando dizia “do tamanho de um…”. Também fazia parte do grupo de cavaleiros o mago Fariek, que usava as palavras mágicas “Hossan Kobah”, além da Princesa Nida (prima de Turhan, que era a mestra dos disfarces), Raseem (o homem mais forte de toda a Arábia) e o burrinho Zazuum (que virava uma tempestade de raios e furacões quando alguém puxava seu rabo). Juntos lutavam contra a tirania do líder usurpador do trono de Bagdá, o maléfico sultão Bakaar.
A Exibição no Brasil e a Dublagem
A série estreou no Brasil em 1969, e foi dublada no estúdio Cinecastro, com um elenco de vozes que trouxe vida a personagens marcantes.
Amaury Costa, responsável pela voz de Vangore, conseguiu transmitir toda a maldade de seu personagem com maestria. André Filho e Henrique Ogalla deram vida ao protagonista Turhan, com Ogalla também ajudando a dar um tom único a Raseem, o homem mais forte da Arábia.
Neville George, em um trabalho irreconhecível, dublou Fariek, o mago que utilizava palavras mágicas como “Hossan Kobah”. Luiz Carlos de Moraes emprestou sua voz a Bez, o mágico que possuía o poder de se transformar em qualquer animal. A Princesa Nida, prima de Turhan e mestra dos disfarces, recebeu a voz de Nelly Amaral.
A série foi dublada com excelência, com uma equipe de profissionais que souberam transmitir a emoção de cada cena e dar personalidade única a cada personagem. A dublagem da Cinecastro é um exemplo clássico de como a qualidade do trabalho de dublagem pode impactar na recepção de um desenho no Brasil.













