The Impossibles
Os Impossíveis
- de 10/09/1966 a 07/09/1968.
- 1 temporada (18 episódios).
- Hanna-Barbera Productions.

DIREÇÃO DE DUBLAGEM:
Older Cazarré
ESTÚDIO DE DUBLAGEM:
AIC – São Paulo
MÍDIAS:
Televisão
Elenco Principal






Outros


“Frankstein Júnior e Os Impossíveis!
Impossíveis!
Coil o Homem Mola! Prepara as teias quando as coisas estão feias.
Impossíveis!
Homem Fluído! Chega no lugar quando a briga é de amargar.
Impossíveis!
Multi-Homem! O rei da multiplicação e aos bandidos faz a confusão.
Impossíveis! Impossíveis! Impossíveis!”


A Dublagem
Entre os clássicos da Hanna-Barbera, Os Impossíveis se destacam como uma série de super-heróis animados que misturava ação, humor e elementos de ficção científica. Exibido originalmente entre 10 de setembro de 1966 e 7 de setembro de 1968, junto com Frankenstein Jr, o desenho contou com uma temporada de 18 episódios, apresentando uma equipe de heróis com habilidades extraordinárias: Homem Mola, Homem Fluído e Multi-Homem.
No Brasil, o desenho ganhou destaque através da dublagem da AIC – São Paulo, que conseguiu transmitir a personalidade distinta de cada herói ao público brasileiro, adaptando os diálogos e mantendo o ritmo dinâmico das aventuras. dores: produção e enredo.
Uma banda de heróis
O grupo que protagonizava a série era formado por Coil – O Homem Mola, Multi-Homem e Homem-Fluído, um trio de roqueiros integrantes de uma banda que esconde secretamente a identidade de um grupo de super-heróis. Quando existe alguma ameaça, a equipe entra em ação e se transforma numa trinca de super-heróis bem divertidos prontos para combater os vilões. O grupo se chamava “Os Impossíveis” tanto em sua versão roqueira como quando exibiam seus superpoderes contra o crime. Já O visual dos heróis antes da transformação era o das bandas da época – todos tinham o penteado “moderno” e movimentavam-se tal qual sua fonte de inspiração.
Coil se tornava uma mola humana, podendo transformar os braços e as pernas em molas, além de utilizar sua flexibilidade para uma infinidade de movimentos. Baixinho e gordinho, o Homem-Mola era sempre o ídolo de todos os meninos baixinhos e gordinhos que assistiam a série; já o Multi-Homem era a imagem do cara desligado da turma, com o cabelo sempre cobrindo seus olhos.
O Multi-Homem era capaz de duplicar a si mesmo criando inúmeras cópias iguaizinhas uma a outra; e completava o trio o Homem-Fluído que tinha um poder que o fazia virar líquido e escapar das mais seguras armadilhas, além disso sempre usava uma máscara de mergulho completamente inútil.
O trio de heróis cumpria com eficiência as ordens do chefe Big D, que os chamava sempre que um super vilão surgia para perturbar a paz. O palco portátil onde tocavam se transformava no Impossicar, um veículo voador, e lá iam eles lutar contra os bandidos gritando a famosa frase: “Vamos nós…”, que ficou mais conhecida ainda na dublagem brasileira.
Chegada ao Brasil: repercussão e trajetória
Os Impossíveis chegaram ao público brasileiro em diferentes momentos da televisão aberta, sempre em pacotes de desenhos animados exibidos em programas infantis. O impacto foi significativo, principalmente pelo contraste entre os poderes fantásticos dos personagens e o humor presente em suas aventuras.
A série se destacou por dividir espaço com Frankenstein Jr., aumentando sua visibilidade e tornando a dupla uma referência de ação e fantasia para crianças da época.
Dublagem brasileira: vozes que definem personagens
A dublagem da AIC – São Paulo foi crucial para tornar Os Impossíveis um desenho inesquecível no Brasil. Older Cazarré, que também dirigiu a versão brasileira, deu voz ao Homem-Fluído, imprimindo à personagem uma cadência ágil e fluida, compatível com os poderes do herói.
José Soares, Gastão Reneé e Carlos Alberto Vaccari completaram o elenco fixo, cada um conferindo identidade própria aos demais heróis e vilões. A dublagem brasileira conseguiu equilibrar ação e humor, tornando os personagens carismáticos e acessíveis ao público infantil.
O trabalho vocal se destaca não apenas pelo talento individual dos dubladores, mas também pela direção cuidadosa de Older Cazarré, que harmonizou os personagens com a narrativa e a abertura brasileira, cheia de energia e ritmo.
O legado de Os Impossíveis
Apesar de ter tido apenas uma temporada, Os Impossíveis deixaram uma marca duradoura entre os fãs de animação clássica. A combinação de habilidades extraordinárias, humor e a excelente dublagem brasileira consolidou a série como referência de super-heróis animados no país.
O desenho também contribuiu para reforçar a importância da dublagem no Brasil, mostrando que vozes bem escolhidas podem transformar personagens estrangeiros em ícones locais, capazes de cativar gerações inteiras.








