Beauty And The Beast
A Bela e a Fera
- de 25/09/1987 a 04/08/1990.
- 3 temporadas (56 episódios).
- Republic Pictures Corporation.

DIREÇÃO DE DUBLAGEM:
Marlene Costa
ESTÚDIO DE DUBLAGEM:
Herbert Richers
MÍDIAS:
Televisão
Elenco Principal


Aparições Recorrentes








Outros


A Dublagem
Estreando em 25 de setembro de 1987 nos Estados Unidos, A Bela e a Fera rapidamente se destacou como uma das séries mais envolventes do final dos anos 1980, combinando drama policial, romance e fantasia.
Produzida pela Republic Pictures Corporation, a série acompanhava a investigação de crimes em Nova York por Catherine Chandler (Linda Hamilton), uma advogada determinada, e sua improvável ligação com Vincent (Ron Perlman), um ser sensível e enigmático que vive nas catacumbas da cidade.
Com 3 temporadas e 56 episódios, a produção conquistou público e crítica, tornando-se referência em narrativa romântica-fantástica na televisão.
Mistério e Emoção: Produção e Enredo
Produzida pela Republic Pictures Corporation, a série misturava elementos de romance, mistério e ação, criando uma atmosfera única. Catherine Chandler, interpretada por Linda Hamilton, é uma advogada determinada que luta para resolver casos complexos e proteger os inocentes.
A relação com Vincent, um homem deformado e sensível que vive isolado nas catacumbas da cidade, adiciona uma dimensão poética e emocional à narrativa.
Cada episódio explorava não apenas crimes e investigações, mas também dilemas humanos, conflitos morais e a luta entre o mundo civilizado e o subterrâneo, representado pela figura de Vincent. A série, embora situada em um contexto urbano contemporâneo, evocava elementos de contos clássicos, transformando o romance em um enredo envolvente de esperança, coragem e aceitação das diferenças.
Da Estreia às Madrugadas: Chegada e Trajetória no Brasil
No Brasil, a série estreou em abril de 1988, em um horário nobre de domingo na Rede Globo, mas rapidamente migrou para as madrugadas, tornando-se uma presença constante até 1990.
Inicialmente, apenas a primeira temporada foi exibida, mas a popularidade dos personagens e do enredo garantiu novas exibições em canais como TV Gazeta e TV Manchete, que mostraram também a segunda e terceira temporadas.
Nos anos 2000, a série ganhou nova vida nos canais por assinatura Teleuno e TCM, que exibiram a produção completa, incluindo temporadas que ainda não haviam sido dubladas para a televisão aberta. Essa trajetória demonstra o interesse contínuo do público brasileiro pela combinação de romance e fantasia urbana, bem como pela química inegável entre os protagonistas.
Vozes que Encantam: A Dublagem Brasileira
A dublagem brasileira de A Bela e a Fera ficou a cargo da Herbert Richers, com direção de Marlene Costa.
A química entre Mônica Rossi e André Filho na interpretação de Catherine e Vincent tornou-se um marco, transmitindo emoção, tensão e a sensibilidade dos personagens de forma magistral. Rossi conseguia equilibrar a firmeza e a determinação de Catherine com momentos de vulnerabilidade, enquanto André Filho conferia profundidade e humanidade a Vincent, captando a dualidade entre sua força física e delicadeza emocional.
Os demais personagens, como Jacob ‘Pai’ Wells (Marcos Miranda), receberam interpretações que ajudaram a criar o clima de mistério e acolhimento das catacumbas, reforçando a densidade narrativa da série. A dublagem manteve fidelidade ao tom original, mas trouxe nuances únicas ao público brasileiro, tornando a experiência mais envolvente e próxima.
Com a exibição das temporadas posteriores em canais por assinatura, novas vozes foram incorporadas, adaptando o elenco às necessidades da produção sem comprometer a continuidade e a identidade sonora dos personagens. Essa adaptação mostrou a habilidade da dublagem brasileira em respeitar o material original enquanto dialogava com o público local.
O Legado de A Bela e a Fera
A série deixou uma marca duradoura na televisão, tanto nos Estados Unidos quanto no Brasil. Seu enredo atemporal, a relação simbiótica entre Catherine e Vincent, e a habilidade de equilibrar ação, romance e fantasia urbana tornaram A Bela e a Fera um exemplo de narrativa que transcende gerações.
No Brasil, a dublagem contribuiu significativamente para o legado da série, criando uma identificação emocional que persistiu mesmo com o passar dos anos e as mudanças de canal e horário.
A produção é lembrada não apenas pela história cativante, mas também pelo cuidado na tradução vocal, que elevou o romance e a complexidade dos personagens a outro nível.
















