Electra Woman And Dyna Girl
Mulher Elétrica E Garota Dínamo
- de 11/09/1976 a 02/09/1977.
- 1 temporada (16 episódios).
- Sid and Marty Krofft.

DIREÇÃO DE DUBLAGEM:
José Soares
ESTÚDIO DE DUBLAGEM:
AIC - São Paulo
MÍDIAS:
Televisão
Elenco Principal






Participações


Outros


A Dublagem
Criada por Joe Ruby e Ken Spears e produzida por Sid e Marty Krofft, A Mulher Elétrica e a Garota Dínamo estreou nos Estados Unidos em 11 de setembro de 1976, dentro do programa The Krofft Supershow, conquistando o público com suas heroínas jornalísticas que se transformavam em combatentes do crime.
A série apresentou 16 episódios repletos de aventura, humor e efeitos especiais simples, mas criativos. No Brasil, a dublagem ficou a cargo da AIC – São Paulo, sob direção de José Soares, trazendo vida e personalidade às protagonistas e seus aliados, e tornando a atração um clássico do público infantil.
Produção e Enredo
A série narrava as aventuras de Lori (Judy Strangis) e Judy (Deidre Hall), duas jornalistas da revista Newsmaker, que se transformavam nas heroínas Mulher Elétrica e Garota Dínamo sempre que o perigo surgia. Com a ajuda do assistente Frank (Norman Alden), que criava equipamentos avançados, elas enfrentavam uma galeria de vilões excêntricos, incluindo Sorcerer, Glitter Rock, Ali Baba, Spider Lady, Pharaoh e a Empress of Evil.
O destaque tecnológico da série era o Electra-Base, onde se situavam o laboratório de Frank, o CrimeScope — um computador superpoderoso — e o Electramóvel, veículo multifuncional que servia como transporte terrestre e aéreo, sendo indispensável nas perseguições e confrontos com criminosos.
O estilo visual da série era propositalmente extravagante, com figurinos coloridos e cenários substituídos por pinturas ou ilustrações, criando uma atmosfera que misturava humor ingênuo, aventura e fantasia, típica do trabalho de Sid e Marty Krofft.
Lançamento e Trajetória no Brasil
No Brasil, A Mulher Elétrica e a Garota Dínamo estreou em dezembro de 1978 na TV Record diariamente ás 13h. O seriado fazia parte de um show de variedades intitulado The World of Sid & Marty krofft. Voltou à programação da emissora em 1982 onde ficou até 1984 também sendo mostrada pela TVS.
Foi exibida por aqui com razoável repercussão, embora em horários segmentados, marcando a memória das crianças e adolescentes da época.
A série chegou às televisões brasileiras dublada pela AIC – São Paulo, sob a direção de José Soares, preservando o espírito aventureiro e cômico das heroínas.
Vozes Heroicas
A direção de José Soares na dublagem foi fundamental para transmitir a sagacidade, coragem e química entre as protagonistas. Mara Duval trouxe energia e firmeza à Mulher Elétrica, equilibrando a inteligência jornalística de Lori com sua determinação heroica. Já Siomara Naggy deu vida à Garota Dínamo com uma performance mais leve e dinâmica, transmitindo a juventude, esperteza e espírito aventureiro de Judy.
Walmir Barros, interpretando Frank Heflin, conseguiu transmitir a autoridade e a genialidade científica do assistente, tornando suas falas técnicas compreensíveis e divertidas.
A dublagem da AIC destacou-se por manter a coerência emocional da série, equilibrando humor, ação e suspense, fazendo com que as heroínas fossem não apenas personagens de aventuras, mas figuras carismáticas que o público brasileiro pudesse admirar.
Embora alguns vídeos restaurados da série circulando na internet apresentem descrições de um elenco de dublagem diferente, a análise cuidadosa das vozes confirma que o elenco oficial é exatamente o que apresentamos aqui.
Heroínas Que Continuam a Brilhar
Mesmo décadas após sua estreia, A Mulher Elétrica e a Garota Dínamo permanece um marco do entretenimento infantil e um exemplo do estilo único de Sid e Marty Krofft: fantasia, humor e aventura combinados.
A dublagem brasileira, vibrante e cheia de personalidade, contribuiu para consolidar a série como um clássico nostálgico, deixando uma lembrança inesquecível da coragem, engenhosidade e espírito aventureiro de Lori e Judy.





